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Sandro Rios participa do Malarte em Luanda de 11 a 16 de novembro

Grafiteiro residente em Palmas integra a 3ª edição do festival, que reúne artistas urbanos para revitalizar fachadas da capital angolana.

Equipe Corrivus
Publicado em 05/11/2026, às 15h12

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Resumo da matéria

O grafiteiro Sandro Rios participa da 3ª edição do Festival Internacional de Arte Urbana (Malarte), em Luanda, Angola, entre 11 e 16 de novembro. Realizado pelo coletivo Movimento de Arte Livre (MAL Crew), o intercâmbio reúne dezenas de artistas de Angola e de outros países para revitalizar fachadas da cidade. Nascido em Tocantínia e morador de Palmas há 20 anos, Rios difunde a arte urbana tocantinense há cerca de três décadas.

Sandro Rios participa do Malarte em Luanda de 11 a 16 de novembro

Realizado pelo MAL Crew, o Malarte reúne dezenas de artistas urbanos para revitalizar fachadas de Luanda. Crédito: Prefeitura de Palmas

O grafiteiro Sandro Rios participará da 3ª edição do Festival Internacional de Arte Urbana (Malarte), que acontece de 11 a 16 de novembro em Luanda, capital de Angola. O encontro celebra os 51 anos da independência angolana e reúne dezenas de artistas urbanos de Angola e de diversos outros países para revitalizar fachadas da cidade.

Realizado pelo coletivo luandense Movimento de Arte Livre (MAL Crew), o Malarte promove um intercâmbio cultural. Para Rios, a participação é uma honra e uma conquista coletiva, resultado de muita luta para dar destaque a Palmas e à cultura urbana tocantinense. Na avaliação do grafiteiro, apresentar a identidade e as cores do Tocantins a pessoas de muitos países beneficia todos os artistas urbanos do estado.

Nascido em Tocantínia e morador de Palmas há 20 anos, Rios atua como grafiteiro e difusor da arte urbana tocantinense há cerca de três décadas. Ele participa frequentemente de ações artísticas e culturais realizadas pela Fundação Cultural de Palmas (FCP) e atualmente também trabalha na revitalização de peças natalinas da capital.

A presidente da FCP, Luara Aquino, manifestou orgulho por Rios representar a cultura local em outro país e deixar sua arte em solo angolano. Ela destacou a influência da fauna do Cerrado e da cultura tradicional tocantinense nas obras do artista, além do amor dele pelo fazer artístico.

Rios considera o reconhecimento e o incentivo ao grafite em Palmas fundamentais para ampliar a notoriedade de suas obras. O artista agradeceu o apoio da FCP à arte urbana na cidade, com a inserção em eventos como o Arraiá e o Festival Gastronômico.

O grafiteiro também relatou apoio à arte urbana em intervenções que ele e outros artistas realizam em praças, viadutos e pontos de ônibus. Segundo Rios, esses trabalhos abordam temas como povos indígenas e quilombolas, juventude periférica e proteção às mulheres.

Luara descreveu Rios como um trabalhador da cultura e da arte urbana disposto a atuar em projetos. Como exemplo, relatou que, no Arraiá da Capital, ele criou em uma arena com 800 metros quadrados e trabalhou durante a noite, demonstrando satisfação com o objetivo de seu trabalho.

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