Economia

Seguro de carro é mais caro na Zona Norte do Recife, aponta levantamento

Levantamento mostra que, em junho, o índice de reajuste do seguro de automóvel oscilou entre 3,2% na Zona Noroeste e 4,7% na Zona Norte

Equipe Corrivus
Publicado em 27/07/2026, às 16h30

Compartilhar:
Resumo da matéria

Um levantamento do IPSA + IPSM - Índice de Preço do Seguro de Automóvel e Moto mostra que, no Recife, o índice de reajuste do seguro de carro varia conforme a região da cidade. Em junho, esse índice oscilou entre 3,2% na Zona Noroeste e 4,7% na Zona Norte. O Centro registrou 4,4% no seguro auto e 8,2% no seguro de motos, enquanto a Zona Sul apresentou 4,2% e 8,6%, respectivamente. No seguro de motos, o maior índice foi observado na Zona Noroeste e na Zona Oeste, ambas com 8,8%. No Grande Recife, o índice ficou em 4,2% no seguro auto e 8,2% no seguro de motos. O estudo é assinado pela TEx, braço de seguros da Serasa Experian.

Seguro de carro é mais caro na Zona Norte do Recife, aponta levantamento

Crédito: senivpetro

Morar em um bairro ou outro do Recife pode influenciar quanto o preço do seguro de carro sobe de um mês para o outro. Um levantamento mostra que o índice de reajuste do seguro de automóvel variou entre 3,2%, na Zona Noroeste, e 4,7%, na Zona Norte, em junho.

O Centro da cidade registrou índice de 4,4% no seguro auto e 8,2% no seguro de motos. Já a Zona Sul apresentou 4,2% no seguro de carro e 8,6% no de motos. No segmento de motos, o maior índice foi observado na Zona Noroeste e na Zona Oeste, ambas com 8,8%. Considerando o Grande Recife como um todo, o índice ficou em 4,2% no seguro auto e 8,2% no seguro de motos.

O gerente executivo de Seguros da Serasa Experian, Rodolfo Brandão, afirmou que o preço do seguro pode variar significativamente mesmo dentro de uma mesma cidade. Segundo ele, essas diferenças refletem características específicas de cada região e reforçam a importância da localização na composição do risco analisado pelas seguradoras.

No cenário nacional, junho registrou queda nos dois segmentos na comparação com maio: o índice de seguro auto caiu de 4,6% para 4,4%, enquanto o de motos passou de 8,9% para 8,5%. Mesmo assim, os dois índices seguem abaixo do patamar registrado há um ano.

O levantamento também mostra avanço da diversificação energética entre os veículos segurados. Em junho de 2026, carros a gasolina representaram 79,3% do volume total de cotações, enquanto híbridos somaram 6,9% e elétricos, 10,2%. Entre os modelos com até dois anos de uso, os híbridos tiveram o menor índice de reajuste do seguro, com 2,7%, seguidos pelos elétricos, com 3,7%.

Os dados fazem parte do estudo IPSA + IPSM - Índice de Preço do Seguro de Automóvel e Moto, referente a junho de 2026, elaborado pela TEx, braço de seguros da Serasa Experian.

Compartilhar: