Política

Linda Brasil cobra Governo de Sergipe por cumprimento de decisão do STF sobre magistério

Em discurso na Alese, Linda Brasil exige retomada do escalonamento e descongelamento do triênio dos professores da rede estadual

Equipe Corrivus
Publicado em 30/06/2026, às 17h57

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Resumo da matéria

Em discurso na Assembleia Legislativa de Sergipe nesta terça-feira (30), a deputada estadual Linda Brasil (Psol) cobrou do Governo do Estado o cumprimento da decisão do STF que determina a retomada do escalonamento do magistério e o descongelamento do triênio. A parlamentar citou audiência realizada na segunda-feira (29) entre o Sintese e a secretária de Estado da Administração, Lucivanda Rodrigues, e mencionou que a categoria mantém indicativo de greve para o segundo semestre caso não haja proposta concreta do governo.

Linda Brasil cobra Governo de Sergipe por cumprimento de decisão do STF sobre magistério

Crédito: Ascom Alese

Uma decisão do Supremo Tribunal Federal parada na gaveta do Executivo estadual virou pauta de discurso na Assembleia Legislativa de Sergipe nesta terça-feira (30). A deputada Linda Brasil (Psol) usou o microfone da Alese para pressionar o Governo do Estado a dar andamento ao que o STF já determinou: retomar o escalonamento do magistério da rede estadual e descongelar o triênio da categoria.

O que está em jogo, segundo a parlamentar, é o retorno do escalonamento aos patamares de 2011, quando a progressão salarial dos professores chegava de 40% a 100%. Na segunda-feira (29), dirigentes do Sintese — o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica da Rede Oficial do Estado de Sergipe — participaram de uma audiência com a secretária de Estado da Administração, Lucivanda Rodrigues, para tratar da necessidade de cumprimento da decisão judicial.

Para Linda Brasil, a lentidão do governo em cumprir uma determinação judicial já diz muito. A deputada avalia que adiar o repasse de direitos financeiros reconhecidos pela Justiça é uma forma de sinalizar descaso, tanto com quem trabalha na educação pública quanto com a população que depende dela.

Com o impasse sem resolução, a categoria segue com indicativo de greve na mesa para o segundo semestre. A ameaça se concretizará se o governo não apresentar uma proposta concreta de cumprimento da decisão do STF.

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