“A Pintura Intempestiva de Egas Francisco” abre em Campinas em 6 de novembro
Com entrada gratuita, a exposição ficará em cartaz no Centro de Convivência Cultural Carlos Gomes até 13 de fevereiro de 2027.
Resumo da matéria
A exposição “A Pintura Intempestiva de Egas Francisco” será aberta em 6 de novembro de 2026, às 19h, nas galerias do Centro de Convivência Cultural Carlos Gomes, em Campinas. Com entrada gratuita, a mostra ficará em cartaz até 13 de fevereiro de 2027, com visitação de terça-feira a domingo, das 14h às 21h. A exposição apresentará a produção do artista plástico autodidata, marcada pela experimentação de formas, cores e técnicas.
Egas Francisco é artista plástico autodidata e combina cores intensas, texturas e formas expressivas. Crédito: Denise Jardim
A exposição “A Pintura Intempestiva de Egas Francisco” será aberta em 6 de novembro de 2026, às 19h, nas galerias do Centro de Convivência Cultural Carlos Gomes, em Campinas. Com entrada gratuita, a mostra apresenta a produção do artista e poderá ser visitada até 13 de fevereiro de 2027, de terça-feira a domingo, das 14h às 21h.
Artista plástico autodidata, Egas Francisco é reconhecido pela experimentação de formas, cores e técnicas. Sua produção combina cores intensas, texturas e formas expressivas, em um processo criativo que une experimentação técnica e expressão intuitiva. Nas composições, o artista articula matéria, cor e movimento.
A liberdade no uso dos suportes também faz parte de seu trabalho. Egas experimenta diferentes formatos de tela, incluindo peças redondas, e explora possibilidades pouco convencionais, como a pintura no verso do tecido. O artista também cria simultaneamente a acontecimentos que o sensibilizam, como apresentações de orquestras, shows e outros eventos.
Nascido em São Paulo em 6 de outubro de 1938, Egas Francisco Sampaio de Souza realizou sua primeira exposição aos 18 anos, no Teatro Municipal e na galeria do CCLA, em Campinas. Também atuou como professor e tem uma trajetória marcada pela diversidade da produção artística.
Desde sua primeira exposição, suas obras passaram a integrar coleções particulares na Europa e na América Latina, além de acervos institucionais. Entre as instituições que abrigam trabalhos do artista estão o Museu de Arte de Murcia, na Espanha; o Museu da Unicamp; o Museu de Arte Contemporânea de Campinas (MACC); o Monastério dos Dominicanos do Leme, no Rio de Janeiro; e a Pinacoteca do CCLA, em Campinas.