2º Simpósio de Mães Atípicas em Campinas tem inscrições abertas para 4 de novembro
Com participação gratuita, o encontro será realizado no IAC em 4 de novembro de 2026, das 8h às 12h, e abordará o desenvolvimento infantil durante a espera pelo diagnóstico.
Resumo da matéria
A Prefeitura de Campinas promoverá o 2º Simpósio de Mães Atípicas em 4 de novembro de 2026, das 8h às 12h, no Instituto Agronômico de Campinas. Com participação gratuita e inscrições ainda abertas pelo Sympla, o encontro abordará desenvolvimento infantil durante a espera pelo diagnóstico, inclusão escolar, direitos e apoio às famílias. Haverá sala sensorial para crianças e jovens neurodivergentes, com terapeutas, psicólogos e especialistas em TEA.
Simpósio em Campinas abordará desenvolvimento infantil durante a espera pelo diagnóstico, inclusão escolar e direitos. Crédito: Fernanda Sunega/Prefeitura de Campinas
A Prefeitura de Campinas promoverá, na quarta-feira, 4 de novembro de 2026, o 2º Simpósio de Mães Atípicas – Além do Diagnóstico: Famílias, Direitos e Desenvolvimento. O encontro será realizado das 8h às 12h, no Instituto Agronômico de Campinas (IAC), com participação gratuita. Ainda há vagas e as inscrições estão abertas.
A segunda edição terá como foco o desenvolvimento da criança durante a espera pelo diagnóstico, com orientações sobre estímulos, inclusão escolar, direitos e rede de apoio às famílias. A primeira edição, realizada em maio de 2026, abordou o que é o Transtorno do Espectro Autista (TEA). A Secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social e o Plano da Primeira Infância Campineira são parceiros na realização do simpósio.
Segundo a secretária de Políticas para as Mulheres de Campinas, Alessandra Herrmann, a programação abordará estratégias para estimular a comunicação, fortalecer a inclusão escolar, conhecer os direitos das crianças atípicas e ampliar o acesso à rede de apoio. Ela afirmou que pretende oferecer às mães e às famílias informações práticas para apoiar o desenvolvimento das crianças desde os primeiros sinais de necessidade de acompanhamento. O objetivo, explicou, é contribuir para que as mães se sintam mais orientadas e amparadas em cada etapa.
A programação inclui a atividade “Enquanto o diagnóstico não chega: o que a família pode fazer?”, com Carlos Eduardo Oliveira Silva, pai atípico. Serão abordadas ações para famílias que suspeitam que o filho seja autista, como observar e registrar comportamentos, organizar informações para os profissionais, lidar com a rotina e a escola e estimular o desenvolvimento no dia a dia enquanto aguardam o diagnóstico.
A advogada Ariane Faria participará da atividade “Família, escola e rede de apoio: construindo caminhos para a inclusão”. Os temas incluem a parceria entre família e escola, a comunicação com profissionais, os direitos, a busca por serviços e a construção de uma rede de apoio à inclusão.
Já “Comunicação além da fala: desenvolvimento e intervenção fonoaudiológica no TEA” contará com a fonoaudióloga Sandra Dionízio. A atividade tratará do papel da fonoaudiologia no desenvolvimento e nas diferentes formas de comunicação, além de suas contribuições para a interação, a autonomia e a qualidade de vida.
Exclusiva para mães atípicas, a atividade “Pausa para quem cuida: maternidade atípica — quem sou eu além do cuidado?” terá a participação da terapeuta integrativa Débora Garcia. O encontro abordará autocuidado, identidade além da maternidade, necessidades e bem-estar das mães.
O simpósio também oferecerá uma sala sensorial para crianças e jovens neurodivergentes, com a presença de terapeutas, psicólogos e especialistas em TEA. Os profissionais ficarão com as crianças e os adolescentes enquanto as mães participam das atividades.
As inscrições podem ser feitas pelo endereço https://www.sympla.com.br/evento/2-simposio-de-maes-atipicas-tea-informacao-acolhimento-e-direitos/3575553. O IAC fica na Avenida Barão de Itapura, nº 1.481, Botafogo, Campinas/SP, CEP 13020-902.
Na área de apoio à mulher, a Prefeitura de Campinas desenvolve ações integradas de prevenção, acolhimento, proteção e fortalecimento da autonomia das vítimas. O trabalho envolve diferentes áreas da administração municipal e inclui campanhas educativas, capacitação de profissionais e articulação com as redes de saúde, assistência social, segurança e Justiça.
Entre os serviços estão o atendimento especializado pelo Centro de Referência e Apoio à Mulher (Ceamo), o acolhimento em abrigo protegido e o acompanhamento de medidas protetivas pela Guarda Municipal. O município também oferece ferramentas de informação e orientação para ajudar mulheres a identificar sinais de abuso, buscar apoio e romper o ciclo da violência. As ações incluem ainda a responsabilização e a reeducação dos autores de violência.