Saúde

SES reforça vacinação contra a dengue e eliminação de criadouros em Santa Catarina

Dados da DIVE apontam cobertura estadual de 54,47% para a primeira dose e 27,45% para a segunda.

Equipe Corrivus
Publicado em 03/11/2026, às 22h46

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Resumo da matéria

A Secretaria de Estado da Saúde reforça a vacinação contra a dengue e a eliminação de criadouros em Santa Catarina. Dados da DIVE apontam cobertura estadual de 54,47% para a primeira dose e 27,45% para a segunda. A vacina está disponível para adolescentes de 10 a 14 anos nas unidades de saúde dos municípios catarinenses contemplados pela estratégia do SUS. A vacinação não substitui as demais medidas preventivas.

SES reforça vacinação contra a dengue e eliminação de criadouros em Santa Catarina

Em Santa Catarina, a cobertura vacinal contra a dengue é de 54,47% na primeira dose e 27,45% na segunda, aponta a DIVE. Crédito: Ricardo Trida/Governo SC

A cobertura da vacinação contra a dengue em Santa Catarina é de 54,47% para a primeira dose (D1) e de 27,45% para a segunda (D2), segundo dados da DIVE. A Secretaria de Estado da Saúde (SES) reforça a orientação para que mães, pais e responsáveis verifiquem a situação vacinal de crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos e procurem as unidades de saúde para iniciar ou completar o esquema recomendado.

A vacina está disponível para adolescentes de 10 a 14 anos nas unidades de saúde dos municípios catarinenses contemplados pela estratégia do Sistema Único de Saúde (SUS). Quem já recebeu a primeira dose deve observar o prazo para a segunda aplicação, necessária para completar o esquema vacinal. O imunizante contribui para prevenir casos graves e hospitalizações causadas pela dengue.

A vacinação contra a doença é implementada gradualmente no estado desde 2024, conforme a ampliação da estratégia definida pelo Ministério da Saúde, com a inclusão de diferentes municípios e regiões ao longo do tempo. Por isso, os indicadores de cobertura devem ser analisados considerando o período de oferta da vacina em cada localidade e o intervalo recomendado entre as doses.

Os índices reforçam a necessidade de ampliar o acesso à vacinação, incentivar a adesão do público contemplado e garantir a continuidade do esquema vacinal. O diretor da DIVE, João Augusto Fuck, orienta esse público a procurar os serviços de saúde e manter o esquema completo, conforme as recomendações.

Com a aproximação do período mais favorável à proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, o calor e as chuvas exigem atenção redobrada da população e dos serviços de saúde em Santa Catarina. Fuck explica que a chegada dos meses mais quentes e chuvosos exige o reforço da prevenção e que a vacinação ajuda a reduzir o risco de adoecimento e de complicações.

A SES ressalta que a vacinação não substitui as demais medidas preventivas. A eliminação de criadouros permanece essencial, e a orientação é realizar inspeções periódicas em residências, quintais e estabelecimentos. A população deve eliminar recipientes que possam acumular água, como pneus, garrafas e outros objetos, além de manter caixas-d’água vedadas e calhas limpas.

O enfrentamento da dengue depende da atuação conjunta do poder público e da população, com ações permanentes de vigilância, controle do mosquito e proteção individual. A participação da comunidade é fundamental para reduzir a proliferação do Aedes aegypti e contribuir para a prevenção da doença em Santa Catarina.

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