Turma de maternal do CEIM Esplanada aprende Libras com sinais do cotidiano
Proposta desenvolvida pela professora Patrícia Aparecida Pompeo da Silva integra a Língua Brasileira de Sinais às atividades da turma.
Resumo da matéria
A professora Patrícia Aparecida Pompeo da Silva desenvolveu um projeto para ensinar Libras à turma de maternal do CEIM Esplanada, em Chapecó. O projeto integra a língua de sinais às atividades da turma, com sinais de elementos do cotidiano, como cores e frutas. Houve participação da professora instrutora Juliana Nunes Probst. Conforme relatos, há uma criança surda na sala, e as famílias deram retorno positivo. A Secretária de Educação, Astrit Tozzo, afirmou que a inclusão se constrói nas experiências cotidianas das crianças e que ações assim promovem educação inclusiva.
Projeto no CEIM Esplanada integra Libras às atividades do maternal e amplia experiências de comunicação inclusiva. Crédito: Secom Chapecó
A turma de maternal do CEIM Esplanada, em Chapecó, participa de um projeto que integra a Língua Brasileira de Sinais (Libras) às atividades cotidianas. A proposta, desenvolvida pela professora Patrícia Aparecida Pompeo da Silva, busca ampliar a comunicação entre as crianças por meio da aprendizagem dos sinais de elementos do cotidiano, como cores e frutas.
O momento contou com a participação da professora instrutora Juliana Nunes Probst. Conforme relato de Patrícia, a experiência tem sido especial, com as crianças gostando e aproveitando, além de um ótimo retorno das famílias. Ela destaca que o projeto amplia o vocabulário, fortalece a convivência, a empatia e o reconhecimento da Libras como importante forma de comunicação.
Patrícia também ressalta que as crianças compreendem desde cedo a importância da comunicação inclusiva e do respeito às diferentes formas de se comunicar. Juliana lembra que há uma criança surda na sala de aula e considera muito importante o contato com Libras desde pequenas, por meio de brincadeiras e aprendizados.
A Secretária de Educação de Chapecó, Astrit Tozzo, afirma que a inclusão se constrói nas experiências cotidianas vividas pelas crianças. Para ela, quando a escola cria oportunidades para todas as crianças aprenderem a se comunicar, respeitarem as diferenças e conhecerem a cultura surda, promove uma educação verdadeiramente inclusiva.