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Semae está instalando bomba anfíbia na casa de bombas da João Corrêa, em São Leopoldo

Equipamento passará por avaliação de 60 dias, e os resultados definirão uma possível aquisição definitiva.

Equipe Corrivus
Publicado em 02/11/2026, às 22h24

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Resumo da matéria

O Serviço Municipal de Água e Esgotos (Semae) está instalando uma bomba anfíbia na casa de bombas da João Corrêa, no bairro Vicentina, em São Leopoldo. Fornecido pela Higra para uma prova de conceito, o equipamento pode operar submerso e tem vazão de 2,5 mil litros por segundo. A avaliação durará 60 dias, e os resultados definirão uma possível aquisição definitiva.

Semae está instalando bomba anfíbia na casa de bombas da João Corrêa, em São Leopoldo

Bomba anfíbia fornecida pela Higra passará por avaliação de 60 dias para orientar uma possível aquisição definitiva. Crédito: Rodrigo Roland/Prefeitura de São Leopoldo

O Serviço Municipal de Água e Esgotos (Semae) está instalando uma bomba anfíbia na casa de bombas da João Corrêa, no bairro Vicentina, em São Leopoldo. Fornecido pela Higra para uma prova de conceito, o equipamento passará por uma avaliação de 60 dias, cujos resultados orientarão a decisão sobre uma possível aquisição definitiva.

A bomba tem capacidade de vazão de 2,5 mil litros por segundo, equivalente a 9 mil metros cúbicos por hora. O sistema anfíbio permite que ela opere mesmo submersa, com motor projetado para trabalhar em contato com a água. Nas bombas convencionais, os motores funcionam a seco, separados do conjunto de bombeamento.

A instalação será feita em novos tubulões, dimensionados para esse modelo de bomba. As informações técnicas do projeto classificam a instalação do sistema anfíbio dentro dessas estruturas como uma inovação em relação à configuração convencional encontrada na região. A proposta difere da concepção tradicional das casas de bombas da Região Metropolitana e do Vale do Sinos, onde, de modo geral, motores e bombas funcionam em sistemas separados.

Com os testes, o Semae avalia uma alternativa tecnológica para aprimorar as estruturas de drenagem, especialmente em situações de elevação do nível da água. A possibilidade de o motor operar submerso será avaliada como forma de reduzir a vulnerabilidade dos equipamentos em condições adversas e aprimorar a confiabilidade do sistema.

Durante os 60 dias, a avaliação verificará o desempenho do equipamento nas condições de operação da casa de bombas e os resultados práticos da tecnologia, que poderá ampliar a eficiência e a segurança da drenagem municipal. Os testes fornecerão subsídios técnicos para os próximos passos de uma possível incorporação permanente da solução à estrutura de bombeamento do município.

A iniciativa integra o esforço do Semae para fortalecer a infraestrutura urbana e aumentar a capacidade de resposta diante de chuva intensa e cheia.

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