ConfeMack teve simulação da Assembleia Geral da ONU no Recife em 4 de novembro
Promovido pelo Colégio Presbiteriano Mackenzie Agnes, o projeto envolveu estudantes dos 9º anos do Ensino Fundamental na representação de diferentes países.
Resumo da matéria
O Colégio Presbiteriano Mackenzie Agnes, no Recife, promoveu hoje, 4 de novembro, a ConfeMack, simulação da Assembleia Geral da ONU com estudantes dos 9º anos do Ensino Fundamental. Coordenado pela professora Midian Rebeca de Araújo, o projeto interdisciplinar teve Língua Portuguesa como disciplina âncora. Organizados em delegações de diferentes países, os estudantes aprofundaram pesquisas, e a edição abordou Ação Climática, Desenvolvimento Sustentável e Governança Global.
Estudantes dos 9º anos do Ensino Fundamental representaram diferentes países na ConfeMack, simulação da Assembleia Geral da ONU. Crédito: Divulgação
O Colégio Presbiteriano Mackenzie Agnes, no Recife, promoveu hoje, 4 de novembro, a ConfeMack, uma simulação da Assembleia Geral da ONU com estudantes dos 9º anos do Ensino Fundamental – Anos Finais (EFAF). Nesta edição, o projeto interdisciplinar abordou Ação Climática, Desenvolvimento Sustentável e Governança Global.
Organizados em delegações, os estudantes assumiram a representação de diferentes países. O desafio envolveu atuar como diplomatas, defender posicionamentos oficiais, apresentar dados, construir argumentos, negociar com outras delegações e participar da elaboração de propostas coletivas.
A professora Midian Rebeca de Araújo, coordenadora e responsável pelo projeto, explicou que a simulação nasceu da intenção de aproximar os estudantes de uma experiência prática de pesquisa, argumentação, diálogo e cooperação internacional. A Língua Portuguesa foi a disciplina âncora da ConfeMack, em parceria com a professora Adriana Nascimento. Também participaram docentes de Geografia, História, Matemática, Ciências, Língua Inglesa, Língua Espanhola, Ensino Religioso e Arte.
Na preparação, as delegações aprofundaram pesquisas sobre aspectos históricos, geográficos, econômicos, ambientais, culturais e geopolíticos das nações designadas. Segundo Midian, cada grupo estudou as características gerais e a realidade econômica, social, histórica, ambiental e geopolítica do país representado.
Ao explicar a dinâmica, a coordenadora descreveu a aplicação dos conhecimentos em três momentos: a apresentação das posições dos países, uma situação de crise que exigiria negociação e a construção de propostas que seriam apresentadas à plenária. A expectativa de Midian para aquela manhã era que os estudantes fossem desafiados não apenas a falar bem, mas também a ouvir, compreender interesses diferentes, negociar e construir soluções possíveis.
As discussões desta edição convidaram os participantes a refletir sobre os desafios de diferentes sociedades e a buscar soluções colaborativas para questões internacionais. A imersão em relações internacionais e geopolítica teve como destaques o protagonismo estudantil e o pensamento crítico.
A experiência ofereceu aos estudantes a oportunidade de compreender diferentes perspectivas e exercitar o diálogo na construção de soluções coletivas e no enfrentamento dos desafios da vida em sociedade. A ConfeMack consolidou-se como ferramenta de formação cidadã, contribuindo para o desenvolvimento da comunicação, da liderança, do trabalho em equipe, da negociação, da resolução de problemas e da responsabilidade social.