Caboclinho Canidé de Goiana representa Pernambuco no Festival de Olímpia (SP)
Delegação de 29 integrantes participa da 62ª edição do FEFOL, em São Paulo, até 9 de agosto
Resumo da matéria
O Caboclinho Canidé, de Goiana, Patrimônio Vivo de Pernambuco, é o único representante do estado na 62ª edição do Festival do Folclore de Olímpia (FEFOL), em São Paulo, que reúne mais de 70 grupos de 21 estados até 9 de agosto. É a segunda participação do grupo no festival, com uma delegação de 29 integrantes que saiu de Goiana em 28 de julho. Com 55 anos de história completados em 2026, o Canidé foi fundado pelo mestre Antônio Galdino em 1971 e hoje é conduzido por sua filha, a mestra Denise Galdino, reunindo já a terceira geração de integrantes.
Caboclinho Canidé, Patrimônio Vivo de Pernambuco, representa Goiana no maior festival de folclore do Brasil. Crédito: Secom Goiana
Pernambuco tem só um representante na 62ª edição do Festival do Folclore de Olímpia (FEFOL), em São Paulo: o Caboclinho Canidé, de Goiana, reconhecido como Patrimônio Vivo do estado. O evento, tido como o maior encontro de folclore do Brasil, junta mais de 70 grupos folclóricos e parafolclóricos vindos de 21 estados — ao todo, cerca de 2.800 participantes e uma expectativa de 180 mil visitantes circulando entre os dias 1º e 9 de agosto.
É a segunda vez que o Caboclinho Canidé participa do Festival de Olímpia. A delegação, formada por 29 integrantes, saiu de Goiana no dia 28 de julho e, ao longo do evento, toma parte em apresentações, cortejos e oficinas, além de trocar experiências com grupos de outras regiões do país.
São 55 anos de história completados em 2026 — tempo marcado pela dedicação de mestres, brincantes e famílias que mantêm viva essa expressão da cultura popular goianense. Em Olímpia, o grupo já rendeu entrevistas e apareceu na televisão, ajudando a espalhar a cultura de Goiana para o país inteiro.
O secretário de Turismo, Cultura e Proteção ao Patrimônio Histórico e Cultural de Goiana, Edypo Pessoa, comentou o momento: ‘A participação no FEFOL é motivo de orgulho para Goiana e demonstra a relevância do município no cenário da cultura popular. Ao levar suas danças, cores e tradições para um dos maiores palcos do folclore nacional, o Caboclinho Canidé reafirma o compromisso de manter viva a história e a identidade cultural do povo goianense.’
A Prefeitura de Goiana acompanha de perto a participação do grupo no festival, reconhecendo o trabalho de mestres, integrantes e colaboradores responsáveis por transformar o Canidé numa referência da cultura popular de Pernambuco.
A história do grupo começa em 1971, quando o mestre Antônio Galdino o fundou — são 55 anos completados em 2026. Com a morte de Galdino, em 2007, quem assumiu a linha de frente foi sua filha, a mestra Denise Galdino, oficializada na presidência em 2018, dando sequência ao legado da família. Atualmente, já é a terceira geração de integrantes em cena, com filhos e netos nas apresentações, mantendo viva uma das manifestações mais importantes da cultura popular de Goiana.