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Fraldas têm diferença de até 94% em pesquisa do Procon de Patos

Pesquisa realizada em seis estabelecimentos comparou fraldas geriátricas e infantis

Equipe Corrivus
Publicado em 15/08/2026, às 07h55

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Resumo da matéria

O Procon de Patos realizou pesquisa de preços de fraldas em seis estabelecimentos da cidade, incluindo farmácias e drogarias. Foram comparados diferentes marcas, tamanhos e modelos de fraldas geriátricas e infantis, revelando variações de até 94%. A Tena Pants Noturna, tamanho P/M, com 16 unidades, variou entre R$ 51,99 e R$ 100,99. Entre as infantis, a Pampers Pants, tamanho M, com 84 unidades, apresentou preços de R$ 99,90 a R$ 140,99, e a Huggies Pants, tamanho G, com 60 unidades, foi encontrada por valores entre R$ 77,19 e R$ 113,99. A pesquisa foi motivada por sugestões de consumidores na rede social do órgão.

Fraldas têm diferença de até 94% em pesquisa do Procon de Patos

Pesquisa do Procon de Patos comparou preços de diferentes marcas, tamanhos e modelos de fraldas em seis estabelecimentos. Crédito: Secom- Prefeitura de Patos

A pesquisa contemplou diferentes marcas, tamanhos e modelos de fraldas geriátricas e infantis, permitindo identificar variações significativas de valores entre os estabelecimentos.

Entre os destaques está a Tena Pants Noturna, tamanho P/M, com 16 unidades, que apresentou preços de R$ 51,99 a R$ 100,99, uma diferença de aproximadamente 94%. Já a MamyPoko Dia e Noite, tamanho XG, com 26 unidades, foi encontrada por valores entre R$ 42,99 e R$ 46,99, conforme o estabelecimento.

Nas fraldas infantis, também foram verificadas diferenças expressivas. A Pampers Pants, tamanho M, com 84 unidades, apresentou preços entre R$ 99,90 e R$ 140,99, representando uma diferença de aproximadamente 41%. A Huggies Pants, tamanho G, com 60 unidades, variou de R$ 77,19 a R$ 113,99, diferença superior a 47%.

Outro exemplo é a MamyPoko Dia e Noite, tamanho M, com 34 unidades, encontrada por R$ 42,99 e R$ 65,99, uma diferença de aproximadamente 54% entre os preços pesquisados.

A pesquisa foi motivada após sugestão de consumidores por meio da caixinha de perguntas na rede social do Procon. O órgão não se responsabiliza por eventuais mudanças nos preços ocorridos entre a realização da pesquisa e sua publicação.

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