Zoo em Foco – “Papagaios brasileiros que vivem no Zoo” ocorre em Belo Horizonte em 7 de novembro
Atividade será das 10h às 13h, na Praça das Aves, com participação gratuita mediante pagamento do ingresso de acesso ao Zoo.
Resumo da matéria
O Zoológico de Belo Horizonte terá a atividade educativa “Papagaios brasileiros” em 7/11 (sábado), das 10h às 13h, na Praça das Aves. A programação apresentará as características das sete espécies brasileiras que vivem no local e discutirá os impactos do tráfico de animais, ações de combate e formas de contribuição da população. A participação do público será gratuita, mediante pagamento do ingresso de acesso ao Zoo.
Cerca de 80% das aves do Zoológico de Belo Horizonte chegaram por ações de resgate realizadas pelo Ibama e pelo IEF. Crédito: Suziane Brugnara/Prefeitura de Belo Horizonte
O Zoológico de Belo Horizonte terá, em 7/11 (sábado), das 10h às 13h, a atividade educativa Zoo em Foco – “Papagaios brasileiros que vivem no Zoo”. A programação será realizada na Praça das Aves, próximo aos viveiros dos papagaios, e a participação do público é gratuita, mediante pagamento do ingresso de acesso ao Zoo.
Com o objetivo de ampliar o conhecimento sobre os papagaios brasileiros, a atividade apresentará as características e a diversidade das sete espécies que vivem no local: papagaio-do-mangue, papagaio-papa-cacau, papagaio-do-peito-roxo, papagaio-verdadeiro, papagaio-chauá, papagaio-galego e papagaio-campeiro. Pranchas ilustradas com fotos ajudarão os visitantes a conhecer essas aves e a compreender por que elas são alvo do tráfico.
O bate-papo abordará as ameaças à biodiversidade, incluindo o tráfico e o comércio ilegal de animais silvestres. Serão apresentados dados sobre o tráfico de fauna no Brasil, o percurso desde a retirada dos animais de seu habitat até a chegada ao consumidor final e os destinos dos animais apreendidos. A conversa também discutirá os impactos para os animais e o meio ambiente, as ações de combate realizadas pelos órgãos responsáveis e as formas de contribuição da população para enfrentar o crime.
Cerca de 80% das aves do Zoológico de Belo Horizonte chegaram por meio de ações de resgate realizadas pelo Ibama e pelo Instituto Estadual de Florestas. Muitas são vítimas do tráfico e têm sequelas que impedem o retorno à natureza, o que motiva sua permanência sob os cuidados da equipe do Zoo. É o caso do papagaio-do-congo, espécie exótica que vive no local após ter sido vítima do tráfico.
As aves mantidas no zoológico contribuem com ações de pesquisa, conservação e educação ambiental. Entre elas estão animais adultos cujos filhotes, nascidos na instituição, foram reintroduzidos na natureza por meio do Programa Voar, do Waitá, instituto parceiro do Zoo de BH.
Ao fim da conversa, o público poderá percorrer os viveiros da Praça das Aves e conhecer a história dos papagaios do Zoo, incluindo as circunstâncias que os levaram ao local.
O acesso ao zoológico pode ser feito pela Portaria 1, na Avenida Otacílio Negrão de Lima, 8.000, no Bairro Bandeirantes, ou pela Portaria 2, na Avenida Antônio Francisco Lisboa, 2.600, no Bairro Serrano.