Cidadania

Marcha para Jesus reúne fiéis nos 127 anos de Campo Grande

Evento reuniu igrejas e fiéis em percurso da Praça do Rádio ao Parque das Nações Indígenas, mesmo sob chuva.

Equipe Corrivus
Publicado em 27/08/2026, às 21h29

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Resumo da matéria

A 34ª edição da Marcha para Jesus, realizada nesta quarta-feira (26) como parte da programação dos 127 anos de Campo Grande, reuniu fiéis, igrejas e lideranças religiosas mesmo sob chuva. A concentração começou na Praça do Rádio, com apresentações de grupos e artistas gospel, e o trio elétrico seguiu pela Avenida Afonso Pena até o Parque das Nações Indígenas. A prefeita Adriane Lopes destacou a tradição do evento, e o organizador, pastor Gladstone de Amorim, ressaltou a união de diferentes comunidades cristãs. A programação continua no Parque das Nações Indígenas com orações e shows, com encerramento previsto para a noite com a cantora Maria Marçal.

Marcha para Jesus reúne fiéis nos 127 anos de Campo Grande

Marcha para Jesus integrou a programação pelos 127 anos de Campo Grande mesmo sob chuva. Crédito: Divulgação/Secom Campo Grande

Nem a chuva impediu a realização da 34ª edição da Marcha para Jesus, ocorrida nesta quarta-feira (26) como parte das comemorações dos 127 anos de Campo Grande. A concentração teve início na Praça do Rádio, reunindo igrejas, lideranças religiosas e fiéis em um momento de oração, louvor e celebração pela cidade.

A prefeita Adriane Lopes ressaltou a importância da Marcha dentro da programação de aniversário da Capital e a disposição dos participantes mesmo sob chuva. "Estamos muito felizes, celebrando os 127 anos de Campo Grande. A Marcha para Jesus já é uma tradição da nossa cidade. A chuva trouxe uma marcha diferente, mas nós estamos aqui para celebrar, para participar, para receber as bênçãos também de Deus sobre a nossa cidade", declarou.

A programação começou com oração e apresentações de grupos e artistas gospel na Praça do Rádio. Entre as atrações estavam Banda Destino City, Louvor da Igreja Irmãos Menonitas, Rafael Mello, Alê Gadir e Banda e Band Get Worship. Em seguida, o trio elétrico percorreu a Avenida Afonso Pena em direção ao Parque das Nações Indígenas, conduzindo os participantes pelo trajeto.

O pastor Gladstone de Amorim, conhecido como Pastor Dinho, organizador do evento, explicou que a Marcha representa um momento de união entre diferentes comunidades cristãs. Segundo ele, o evento transforma em um grande encontro público a fé celebrada semanalmente nas igrejas.

"A Marcha para Jesus é um evento que acontece em muitas cidades do mundo. É uma celebração da nossa fé em Cristo. Nós cultuamos a Ele nas igrejas, seja igreja evangélica, igreja católica. Toda semana tem culto nas congregações. E uma vez por ano nós nos reunimos para fazer um culto do corpo todo, de unidade, de toda a cidade", afirmou.

Para o pastor, o objetivo é celebrar a fé e agradecer pelas bênçãos recebidas. "O propósito é a gente engrandecer, glorificar, adorar, agradecer a Deus por todas as suas grandes bênçãos para nossas vidas e, especialmente, pela dádiva da salvação em Cristo Jesus", destacou.

Mesmo com a chuva, os participantes acompanharam a programação e seguiram pelo percurso. Durante o trajeto pela Avenida Afonso Pena, o trio elétrico contou com apresentações de Johnny Meck, Jariston Lima e Banda e Banda Doze 2, passando pelo Obelisco e pela Prefeitura Municipal de Campo Grande antes de chegar ao Parque das Nações Indígenas.

A jovem Suyane Diniz, de 28 anos, afirmou que a Marcha simboliza a união da juventude cristã e a disposição dos participantes em manter a celebração mesmo com chuva. "Simboliza a união de jovens cristãos que estão indo para o mesmo caminho, que é Jesus. Tudo que a gente faz aqui, tudo que a gente tem esse propósito a fazer é tudo para o Reino, para glorificar o nome de Jesus", declarou.

Suyane também destacou que a chuva não diminuiu a disposição dos participantes. "Isso aqui está sendo um marco, porque nós estávamos debaixo da chuva, todo mundo nem se preocupando, porque o nosso intuito é glorificar o nome do Senhor, independente de onde a gente esteja", disse.

Segundo o pastor Domícius Júnior, a Marcha representa a união das igrejas de Campo Grande em um grande momento de oração pela cidade. "É como se fosse um culto, um grande culto reunindo todas as igrejas de Campo Grande. Somos quase cinco mil igrejas e, sempre no aniversário da cidade, nós abençoamos a cidade com esse momento de oração", afirmou.

No Parque das Nações Indígenas, a programação continua com momentos de oração e apresentações de Sara Sounds, Emerson Rios, Bruno Roques e John Dias. Também estão previstas participações de lideranças religiosas, com encerramento programado para a noite, incluindo a apresentação da cantora Maria Marçal.

Para Marli Lopes, da Assembleia de Deus, a edição de 2026 representa um momento especial para a cidade. Segundo ela, a Marcha reforça uma mensagem de fé e esperança para o futuro de Campo Grande. "Esse evento está sendo um divisor de águas para Campo Grande. Pastores e profetas decretaram: Campo Grande é uma cidade abençoada. Nós decretamos que Campo Grande é a cidade que tem a bênção de Deus e hoje Deus se manifestou nesse lugar", declarou.

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