Reforma do Terminal Campus chega a 35% em São Cristóvão
Obra de R$ 350 mil é feita em três etapas para não interromper o funcionamento do terminal
Resumo da matéria
A Prefeitura de São Cristóvão, por meio da Semsurb, avança na reforma do Terminal Campus, no bairro Rosa Elze, já com 35% de execução e investimento de aproximadamente R$ 350 mil em recursos próprios. Os serviços incluem reparo do telhado, pintura, manutenção hidrossanitária e elétrica, entre outras intervenções, divididas em três etapas para manter o terminal em funcionamento. O coordenador de Manutenção Predial da Semsurb, Gustavo Douglas dos Santos, destaca que a execução por fases permite avançar sem interromper o uso do equipamento pelos passageiros.
Crédito: Dani Santos/Ascom São Cristovão
Sem fechar as portas, o Terminal Campus, no bairro Rosa Elze, em São Cristóvão, vem passando por uma reforma completa dividida em fases — estratégia da Prefeitura para que os passageiros continuem circulando normalmente enquanto as obras acontecem.
Tocada pela Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsurb), a obra já soma 35% de execução, bancada com cerca de R$ 350 mil em recursos próprios do município.
O pacote de intervenções passa pelo telhado, pela troca de calhas e rufos, pela pintura da fachada, pelo forro interno e externo do prédio, além de reparos hidrossanitários, elétricos, das esquadrias e da troca de louças e metais sanitários — tudo pensado para deixar a estrutura em condições adequadas de uso.
O cronograma segue três frentes de trabalho: a primeira contempla a guarita no sentido Aracaju–São Cristóvão, os dois banheiros públicos e um dos quiosques; a segunda cuida dos outros dois quiosques e de seus respectivos banheiros; e a terceira, última etapa, se dedica à guarita no sentido São Cristóvão–Aracaju, repetindo o tipo de serviço feito na primeira fase.
Gustavo Douglas dos Santos, coordenador de Manutenção Predial da Semsurb, resume por que a obra segue em fases: ‘A reforma foi planejada para que os serviços possam ser executados de forma organizada, mantendo o terminal em funcionamento. A recuperação das estruturas vai proporcionar um ambiente mais adequado para os passageiros e melhorar as condições de utilização do equipamento.’