Centro de Fisioterapia da Colônia Treze em Lagarto realiza 1º Arraial Inclusivo
Evento promovido pela Secretaria de Saúde de Lagarto nesta terça (16) fortaleceu vínculos entre pacientes, familiares e equipe da unidade durante as festividades juninas
Resumo da matéria
O Centro de Fisioterapia da Colônia Treze, em Lagarto, recebeu nesta terça-feira (16) crianças, familiares e profissionais para o 1º Arraial Inclusivo, promovido pela Secretaria Municipal de Saúde. A iniciativa fez parte da programação junina da SMS e buscou proporcionar um momento de convivência, inclusão e acolhimento aos usuários do serviço. Mães de pacientes e a equipe do Centro destacaram os ganhos sociais e afetivos do evento para as crianças atendidas pela unidade.
Arraial Inclusivo no Centro de Fisioterapia da Colônia Treze em Lagarto Crédito: Ascom Lagarto
A festa junina chegou ao Centro de Fisioterapia da Colônia Treze nesta terça-feira (16): crianças em tratamento, seus familiares e a equipe da unidade se reuniram para o 1º Arraial Inclusivo, promovido pela Secretaria Municipal de Saúde de Lagarto. O encontro propôs um intervalo no ritmo dos atendimentos para criar um espaço de convivência, diversão e fortalecimento dos vínculos construídos durante os cuidados com a saúde.
A psicóloga do Centro, Jislane Souza, destacou o que o evento representa além da festa. 'Esse momento de interação proporcionado pelo arraial junino reúne crianças e pais em um ambiente de alegria e convivência. Além da diversão, a iniciativa contribui para fortalecer os laços construídos durante os atendimentos e estreitar ainda mais a relação entre as famílias e a equipe do Centro', afirmou.
Quem acompanhou de perto percebeu os resultados no comportamento das crianças. Minelvina Lucas de Matos, mãe de Aruana Fernandes, de 6 anos, descreveu o que o Centro representa para sua família. 'Além de se divertir, ela interage com outras crianças e vive novas experiências. Para mim, este Centro é um presente, porque ajuda muitas crianças e oferece um suporte essencial para as famílias', disse. Cristiane Oliveira, mãe atípica de Enzo Gabriel, de 7 anos, reforçou os ganhos sociais. 'Meu filho faz novas amizades, participa das atividades e se sente acolhido. É um momento em que ele percebe que pertence a esse ambiente e não se sente isolado', relatou.
O secretário municipal de Saúde, Marlysson Magalhães, ressaltou que iniciativas como essa fazem parte de uma visão ampliada de cuidado. 'Ver as crianças interagindo, se divertindo e criando novas experiências é algo que também faz parte do cuidado com a saúde', destacou.