Economia

Gestão integrada de shopping centers contribui para segurança e conforto

Processos conectados permitem identificar situações que exigem atenção e direcionar equipes com maior agilidade.

Equipe Corrivus
Publicado em 20/10/2026, às 13h16

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Resumo da matéria

A integração de processos de gestão dos shopping centers contribui para ambientes seguros, organizados e confortáveis e permite direcionar equipes com maior agilidade. Estudo da Associação Brasileira de Shopping Centers (ABRASCE) indica que frequentadores associam os empreendimentos a lazer, convivência, serviços e bem-estar, além do consumo. Para Bosco Magalhães, fundador e CEO do Grupo EASE, a ampliação desses usos reforça a importância de conectar diferentes frentes da gestão.

Gestão integrada de shopping centers contribui para segurança e conforto

Processos conectados ajudam gestores de shopping centers a identificar situações que exigem atenção e direcionar equipes. Crédito: Grupo EASE

A experiência dos frequentadores de shopping centers vai além das compras. O estudo O Comportamento dos Frequentadores de Shopping Centers 2026, da Associação Brasileira de Shopping Centers (ABRASCE), indica que esses empreendimentos também são associados a lazer, convivência, serviços e bem-estar. A ampliação de usos, experiências e atividades aumenta a complexidade da estrutura operacional que sustenta a jornada dos visitantes.

O estudo analisa hábitos, motivações e diferentes perfis de frequentadores. No cotidiano dos empreendimentos, segurança, limpeza, circulação, temperatura dos ambientes, funcionamento de equipamentos, estacionamento e rapidez na solução de problemas contribuem para a percepção do público sobre o shopping.

Boa parte desses fatores passa despercebida quando funciona bem. Bosco Magalhães, fundador e CEO do Grupo EASE, avalia que o consumidor não precisa conhecer a estrutura operacional do shopping, mas percebe quando ela não funciona adequadamente. Para ele, a ampliação dos usos desses espaços reforça a importância de conectar as diferentes frentes da gestão.

As equipes de operações, manutenção, segurança e administração lidam diariamente com situações que podem repercutir em diferentes áreas. Um equipamento fora de operação, por exemplo, pode exigir ação da manutenção, alterar o fluxo de circulação, demandar intervenção da segurança e afetar o funcionamento de uma loja.

Quando as áreas trabalham de forma isolada, a identificação e a resolução de problemas podem se tornar mais demoradas. Processos conectados permitem aos gestores acompanhar o empreendimento de maneira mais ampla, identificar situações que exigem atenção e direcionar equipes com maior agilidade. Para os frequentadores, essa integração repercute em um ambiente seguro, organizado e confortável.

Magalhães explica que uma boa experiência não depende apenas do funcionamento de uma loja, mas também do ambiente ao redor e da coordenação entre segurança, limpeza, manutenção, circulação, atendimento e operação. Segundo ele, essa experiência é construída por pequenas decisões, muitas delas invisíveis aos visitantes.

O fundador e CEO do Grupo EASE também afirma que, quando o consumidor percebe um problema, ele normalmente já passou por diferentes etapas da operação. Em sua avaliação, falhas de manutenção, questões de segurança ou informações que não chegam à equipe certa podem parecer situações isoladas, mas muitas vezes revelam falta de integração.

Nesse contexto, a tecnologia conecta informações, apoia decisões e ajuda a tornar mais eficiente a operação dos shopping centers.

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