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Exposição de Tarsila do Amaral segue em cartaz no Palácio Boa Vista até 30 de setembro

Entrada gratuita e por ordem de chegada; obras pertencem ao Acervo dos Palácios do Governo

Equipe Corrivus
Publicado em 03/09/2026, às 23h05

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Resumo da matéria

A exposição "Tarsila do Amaral e a 'Volta ao Clássico'" está em cartaz no Palácio Boa Vista, em Campos do Jordão (SP), até 30 de setembro de 2026. A mostra reúne 16 obras da artista pertencentes ao Acervo Artístico-Cultural dos Palácios do Governo, incluindo as telas "Operários" (1933) e "Religião Brasileira" (1927). A curadoria é de Renata Rocco e Raquel Ruiz. A visitação é gratuita, por ordem de chegada. A exposição foi inspirada em crônica homônima publicada por Tarsila do Amaral em 1939 e evidencia fases que transitam pelo cubismo, surrealismo e fase social. Tarsila do Amaral faria 140 anos em 1º de setembro.

Exposição de Tarsila do Amaral segue em cartaz no Palácio Boa Vista até 30 de setembro

A mostra reúne 16 obras da artista pertencentes ao Acervo Artístico-Cultural dos Palácios do Governo Crédito: Divulgação/Governo de São Paulo

O Palácio Boa Vista, em Campos do Jordão (SP), recebe a exposição "Tarsila do Amaral e a 'Volta ao Clássico'", com curadoria de Renata Rocco e Raquel Ruiz. A visitação, gratuita e por ordem de chegada, acontece até 30 de setembro de 2026, no endereço Avenida Adhemar de Barros, 3.001 – Alto da Boa Vista.

A mostra reúne 16 obras da artista pertencentes ao Acervo Artístico-Cultural dos Palácios do Governo, abrangendo cinco décadas de produção. Entre os trabalhos expostos estão as telas Religião Brasileira (1927) e Operários (1933). A exposição evidencia fases que transitam pelo cubismo, surrealismo e pela fase social da artista, explorando o diálogo contínuo entre tradição e modernidade.

A trajetória de Tarsila do Amaral está entrelaçada à história do estado de São Paulo, que serviu como matéria-prima e cenário de sua revolução estética. A infância da artista transcorreu na Fazenda São Bernardo, em Capivari, atual município de Rafard, e, posteriormente, na Fazenda Santa Teresa do Alto, em Mont Serrat, marcada pela atmosfera patriarcal do interior paulista. Histórias, memórias e paisagens dessas terras moldaram a identidade visual de sua obra.

Considerada musa e uma das mais marcantes expressões da mulher moderna, Tarsila do Amaral projetou seu nome no cenário internacional e consolidou sua produção como uma das mais relevantes da pintura brasileira. Sua obra combinava inovações técnicas das vanguardas europeias com narrativas e referências populares brasileiras. O quadro Abaporu inspirou Oswald de Andrade a redigir o Manifesto Antropofágico.

A exposição é inspirada em crônica homônima publicada pela artista em 1939. Tarsila do Amaral faria 140 anos em 1º de setembro.

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