Cidadania

Minha Casa, Minha Vida: portarias contemplam 890 moradias em Teresina, Piripiri e Coivaras

São 840 moradias urbanas aptas à contratação e 50 rurais com contratação autorizada; publicação não significa inscrições abertas.

Equipe Corrivus
Publicado em 03/11/2026, às 19h28

Compartilhar:
Resumo da matéria

Duas portarias do Ministério das Cidades contemplam 890 moradias do Minha Casa, Minha Vida em Teresina, Piripiri e Coivaras. São 840 unidades urbanas aptas à contratação e 50 unidades rurais com contratação autorizada em Coivaras. A aptidão dos projetos urbanos não significa contratos assinados nem início imediato das obras. A publicação das portarias também não indica que as inscrições para as famílias estejam abertas.

Minha Casa, Minha Vida: portarias contemplam 890 moradias em Teresina, Piripiri e Coivaras

Teresina tem 720 moradias e Piripiri, 120 unidades contempladas por portaria que as torna aptas à contratação. Crédito: Governo PI

Duas portarias do Ministério das Cidades, publicadas no Diário Oficial da União, contemplam 890 unidades habitacionais do Programa Minha Casa, Minha Vida em Teresina, Piripiri e Coivaras. Desse total, 840 moradias urbanas estão aptas à contratação, enquanto outras 50 unidades rurais tiveram a contratação autorizada.

A Portaria MCID nº 1.412/2026 contempla as 840 moradias urbanas, com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). A aptidão à contratação não significa que os contratos já tenham sido assinados nem que as obras possam começar imediatamente. Os projetos ainda precisam avançar nas etapas exigidas pelo agente financeiro.

Em Teresina, são 720 moradias distribuídas em cinco empreendimentos: Condomínio Arrocha O No II, com 192 unidades; Condomínio Residencial Alto Bonito, também com 192; Condomínio Maria Amélia, com 144; Residencial Girassol I, com 96; e Residencial Girassol II, com outras 96 unidades. Em Piripiri, a mesma portaria contempla 120 moradias no Condomínio Jardins Petecas II.

Já a Portaria MCID nº 1.449/2026 autoriza a contratação de 50 unidades da modalidade Minha Casa, Minha Vida Rural em Coivaras. A proposta é voltada para famílias da agricultura familiar e conta com a participação do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar do município.

Segundo a Agência de Desenvolvimento Habitacional do Piauí (ADH), a contratação dos empreendimentos envolve a Caixa Econômica Federal, responsável pela análise e pela formalização dos contratos com os proponentes.

O diretor-geral da Agência de Desenvolvimento Habitacional do Piauí (ADH-PI), Igor Neri, explicou que ainda é necessário cumprir os procedimentos do programa. De acordo com ele, a aptidão à contratação habilita as propostas a avançarem no processo, mas não representa contratos já assinados ou autorização para o início imediato das obras.

Neri avaliou a aptidão à contratação como uma etapa importante e considerou cada avanço uma oportunidade de ampliar o acesso à moradia digna. O diretor também destacou a importância da parceria entre o Governo Federal e os estados na redução do déficit habitacional.

A publicação das portarias não significa que as inscrições para as famílias já estejam abertas. Na Faixa 1 do programa, a seleção dos beneficiários é realizada pelas prefeituras, conforme as regras federais e os critérios de elegibilidade, com base nas informações do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).

A população deve acompanhar os canais oficiais das prefeituras para obter informações sobre eventuais inscrições, critérios de participação e divulgação das famílias selecionadas.

Compartilhar: