Dia Mundial do Pão terá café da manhã e ações de saúde no Parque da Jaqueira, no Recife
Programação começa às 6h e reúne atividades de bem-estar e conscientização; iniciativa também destaca a importância econômica da panificação.
Resumo da matéria
O Parque da Jaqueira, no Recife (PE), receberá uma ação pelo Dia Mundial do Pão em 16 de outubro de 2026, sexta-feira, a partir das 6h. A iniciativa é promovida pela Entidade de Panificação de Pernambuco (ÉPÃO), em parceria com a Associação das Indústrias de Panificação e Pastelaria de Pernambuco (AIPP), Coopancosi e Sindipão. A programação terá atividades de cuidado com a saúde, bem-estar, conscientização e café da manhã para o público. O evento busca aproximar o setor da sociedade e destacar sua contribuição para a economia e a geração de empregos. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria (ABIP), a indústria de panificação e confeitaria no Brasil faturou R$ 164,12 bilhões em 2025, o equivalente a 1,29% do PIB nacional. Em Pernambuco, a representação estadual do setor informa que o segmento reúne aproximadamente 4 mil panificadoras e indústrias e cerca de 5 mil microempreendedores individuais ligados à atividade.
Ação pelo Dia Mundial do Pão terá atividades de saúde, bem-estar, conscientização e café da manhã no Parque da Jaqueira. Crédito: Sistema FIEPE
O Parque da Jaqueira, no Recife (PE), receberá uma ação especial pelo Dia Mundial do Pão em 16 de outubro de 2026, sexta-feira, a partir das 6h. A programação prevê atividades de cuidado com a saúde, bem-estar e conscientização, além de café da manhã para o público.
A iniciativa é promovida pela Entidade de Panificação de Pernambuco (ÉPÃO), em parceria com a Associação das Indústrias de Panificação e Pastelaria de Pernambuco (AIPP), Coopancosi e Sindipão. Celebrado em 16 de outubro, o Dia Mundial do Pão será ocasião para aproximar o setor da sociedade e destacar sua contribuição para a economia e a geração de empregos.
A ação também busca promover saúde e bem-estar e valorizar o pão, alimento tradicional da mesa dos brasileiros, por sua importância na alimentação e na cultura da população. As atividades pretendem incentivar hábitos de vida saudáveis, alimentação equilibrada e qualidade de vida.
Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria (ABIP), a indústria de panificação e confeitaria no Brasil faturou R$ 164,12 bilhões em 2025, valor equivalente a 1,29% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Em Pernambuco, o segmento reúne aproximadamente 4 mil panificadoras e indústrias, além de cerca de 5 mil microempreendedores individuais (MEIs) ligados à atividade, conforme a representação estadual do setor.
A panificação gera milhares de empregos e representa uma porta de entrada no mercado de trabalho, sobretudo para jovens em busca da primeira oportunidade profissional e para mulheres. A cadeia de ocupações inclui padeiros, confeiteiros, cozinheiros, pasteleiros, forneiros, estoquistas, atendentes, gerentes e motoristas, entre outras funções.
Para Ana Carolina Rocha, vice-presidente da AIPP, a celebração permite reconhecer a importância social e econômica da panificação. Ela avalia que o setor abre oportunidades para quem está iniciando a vida profissional e para mulheres, além de movimentar uma cadeia produtiva diversificada.
O segmento, porém, enfrenta desafios relacionados aos custos de produção. A elevação das cotações do trigo, matéria-prima essencial para a fabricação de pães, preocupa o setor diante da perspectiva de novos aumentos. Segundo a representação da panificação em Pernambuco, os estabelecimentos vêm buscando absorver a alta dos custos operacionais para evitar, neste momento, o repasse aos consumidores.
Esse esforço envolve administrar despesas com matérias-primas, energia, transporte e outros insumos necessários ao funcionamento das panificadoras. Ana Carolina relata que as padarias procuram manter os preços e impedir que a pressão dos custos alcance os consumidores por meio de gestão e eficiência permanentes.
Na avaliação da vice-presidente da AIPP, o principal desafio é manter a qualidade dos produtos e a sustentabilidade dos negócios diante do aumento dos custos. Ela também afirma que o setor investe em modernização, novos maquinários, sustentabilidade e inovação para acompanhar as transformações do mercado.