5ª Roda de Gestantes e Mulheres ofereceu testes rápidos em Paratibe
Participantes tiveram acesso a testes para HIV, sífilis e hepatites B e C e receberam kits de autotestes para HIV com orientações de uso.
Resumo da matéria
O projeto Simbora Cuidar: Saúde, Cultura e Direitos nos Territórios promoveu a 5ª Roda de Gestantes e Mulheres na sexta-feira (23), na USF Paratibe II / Elzanir Ferreira, em Paratibe. As participantes tiveram acesso a testes rápidos para HIV, sífilis e hepatites B e C e receberam kits de autotestes para HIV, com orientações de uso. A Prefeitura do Paulista, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, apoiou o projeto.
Participantes da 5ª Roda de Gestantes e Mulheres receberam kits de autotestes para HIV e orientações de uso. Crédito: Chico Peixoto/SEI
A 5ª Roda de Gestantes e Mulheres reuniu atividades educativas, orientações sobre prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e acesso à testagem rápida na sexta-feira (23), na Unidade de Saúde da Família (USF) Paratibe II / Elzanir Ferreira, em Paratibe. A atividade foi promovida pelo projeto Simbora Cuidar: Saúde, Cultura e Direitos nos Territórios, cuja realização contou com o apoio da Prefeitura do Paulista, por meio da Secretaria Municipal de Saúde.
As participantes tiveram acesso a testes rápidos para HIV, sífilis e hepatites B e C. Também receberam kits de autotestes para HIV, acompanhados de orientações para utilização. A iniciativa teve como objetivos ampliar o acesso à informação, incentivar o diagnóstico precoce e fortalecer o vínculo das gestantes com os serviços da Atenção Primária à Saúde.
A programação abordou prevenção combinada ao HIV, sífilis, hepatites virais e tuberculose, além de direitos sexuais e reprodutivos e da importância do acompanhamento pré-natal para a saúde da mãe e do bebê.
Na mesma sexta-feira, a unidade recebeu uma vivência de arte gestacional, com pintura abdominal e orientações sobre saúde e prevenção. Ao final, as participantes fizeram um ensaio fotográfico e receberam o material produzido.
A enfermeira Priscila Bringel, gestora de projetos da associação, explicou que o projeto articula saberes tradicionais, cultura e saúde. Segundo ela, a arte é utilizada para aproximar as mulheres dos serviços de saúde, facilitar o diálogo sobre prevenção das ISTs, HIV e direitos sexuais e reprodutivos, acolher as participantes e ampliar o acesso à informação.
Evelyn Beatriz, de 25 anos e grávida de 34 semanas, participou da atividade e considerou a experiência interessante e interativa. Ela relatou ter aprendido e esclarecido dúvidas.
Para Ricardo César, gerente da unidade de saúde, a proposta oferece um momento diferente de diálogo sobre prevenção e realização de testes, além de favorecer a presença das gestantes na unidade para acompanhamento durante toda a gravidez, até o nascimento do bebê. Ele avaliou que a ação contribui para aproximar as gestantes dos profissionais e reforçar a importância desse acompanhamento.