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São José dos Pinhais orienta moradores a não capturar animais silvestres

Departamento de Defesa e Bem-Estar Animal oferece atendimento e orientação pelo WhatsApp (41) 99962-4163, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

Equipe Corrivus
Publicado em 31/10/2026, às 18h30

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Resumo da matéria

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente de São José dos Pinhais recomenda manter distância de animais silvestres, não tentar capturá-los e buscar orientação antes de intervir. O Departamento de Defesa e Bem-Estar Animal atende de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, pelo WhatsApp (41) 99962-4163. A presença de animais em áreas urbanas não indica necessariamente necessidade de resgate. Atualmente, o município não dispõe de equipe própria para atendimento noturno à fauna silvestre.

São José dos Pinhais orienta moradores a não capturar animais silvestres

Presença de animais silvestres em áreas urbanas não significa necessariamente ferimento ou necessidade de resgate. Crédito: Prefeitura de São José dos Pinhais

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente de São José dos Pinhais orienta os moradores a manter distância de animais silvestres encontrados em ruas, quintais ou áreas residenciais, não tentar capturá-los e procurar o Departamento de Defesa e Bem-Estar Animal antes de intervir. A presença desses animais em áreas urbanas não significa necessariamente que estejam feridos ou precisem de resgate.

O departamento é responsável pelo atendimento municipal à fauna silvestre, incluindo o recolhimento quando necessário e o acompanhamento da destinação. O atendimento e a orientação à população ocorrem de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, pelo WhatsApp (41) 99962-4163. Atualmente, o município não dispõe de equipe própria para atender a fauna silvestre durante a noite.

A recomendação é afastar crianças e animais domésticos e permitir que o animal siga seu caminho, desde que não haja risco imediato. Os moradores não devem perseguir, alimentar ou levar animais silvestres para casa. Em situações de ferimento, sinais de debilidade ou perigo imediato, é necessário solicitar orientação especializada.

Segundo Bruna Silva, diretora do Departamento de Defesa e Bem-Estar Animal, nem todo animal silvestre precisa ser retirado da natureza. Ela explica que a retirada do habitat natural exige o máximo de cuidado, pois pode dificultar ou impedir o retorno do animal. A presença em uma área urbana, acrescenta, também não significa necessariamente que ele esteja perdido ou precise ser removido.

A conduta depende da espécie, do local e das condições do animal. Bruna afirma que o departamento avalia cada ocorrência antes de definir o encaminhamento, considerando as características da espécie e as condições em que o animal foi encontrado. Conforme a situação, a equipe pode orientar os moradores ou auxiliar no direcionamento do animal para longe das áreas de circulação de pessoas.

A Guarda Municipal pode apoiar as equipes, inclusive por meio do destacamento ambiental. Bruna explica ainda que o município segue as orientações técnicas do Instituto Água e Terra (IAT) e conta com o apoio da instituição para encaminhar os animais quando há disponibilidade.

Capivaras, gambás, ouriços e corujas, entre outros animais silvestres, podem aparecer em áreas urbanas em busca de alimento, abrigo ou durante deslocamentos. No caso das capivaras, Bruna esclarece que elas podem se deslocar por terra e pela água, afastar-se temporariamente do grupo ou chegar a lugares onde não costumam ser vistas. Dependendo das condições, podem retornar naturalmente ao ambiente de origem ou ser conduzidas de volta com apoio das equipes.

Outro cuidado envolve os filhotes de aves encontrados no chão: eles devem ser observados antes de qualquer intervenção. Quando têm penas e estão ativos, podem estar aprendendo a voar e continuar recebendo os cuidados dos pais. Se estiverem feridos, debilitados ou expostos a riscos, a orientação é procurar o órgão responsável antes de manuseá-los.

O manejo inadequado pode colocar pessoas e animais em risco e comprometer o retorno da fauna ao ambiente natural. Em caso de dúvida, os moradores devem buscar orientação do departamento antes de agir. Preservar árvores e áreas verdes, respeitar ninhos e evitar ações que alterem o comportamento dos animais também contribuem para a conservação da fauna silvestre.

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