HGI promove ações de sensibilização sobre doação de órgãos
Ações do Setembro Verde incluem palestras, orientações e atividades interativas.
Resumo da matéria
O Hospital Geral Intermunicipal Dr. Aryzone Mendes de Araújo (HGI) promove, nesta semana, uma programação voltada à sensibilização sobre doação de órgãos, como parte do Setembro Verde. As atividades, realizadas nos diferentes setores do hospital e nos períodos diurno e noturno, incluem palestras com a OPO de Cascavel, distribuição de materiais informativos, orientações sobre abordagem familiar, quiz Mito ou Verdade e apresentação da equipe E-DOTT. De janeiro até o momento, o HGI registrou 22 protocolos de diagnóstico de morte encefálica, dos quais 13 pacientes apresentavam condições para doação e em 9 casos houve recusa familiar. Conforme o coordenador da equipe multidisciplinar e da UTI, Charles Costa, uma única decisão pode beneficiar uma média de oito pessoas.
HGI realiza programação do Setembro Verde com ações de sensibilização sobre a doação de órgãos. Crédito: Ascom Francisco Beltrão
O Hospital Geral Intermunicipal Dr. Aryzone Mendes de Araújo (HGI) realiza nesta semana uma programação voltada à sensibilização sobre doação de órgãos, dentro das ações do Setembro Verde. As atividades começaram na quinta-feira (24) e seguem nesta sexta-feira (25), em diferentes setores do hospital, nos períodos diurno e noturno.
A programação inclui palestras com a Organização de Procura de Órgãos (OPO) de Cascavel, responsável pelo atendimento às regiões Oeste e Sudoeste do Paraná, distribuição de materiais informativos e atividades interativas, como o quiz “Mito ou Verdade”.
Também fazem parte das ações a apresentação da equipe responsável pela Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (E-DOTT), o esclarecimento de dúvidas e orientações sobre a abordagem familiar.
De janeiro até o momento, o HGI registrou 22 protocolos de diagnóstico de morte encefálica. Desse total, 13 pacientes apresentavam condições para a doação de órgãos e, em nove casos, houve recusa por parte das famílias.
A doação de órgãos é possível em casos de morte cerebral causada, por exemplo, por traumatismo craniano ou acidente vascular cerebral (AVC). O diagnóstico de morte encefálica é confirmado após testes que comprovam a inexistência de atividades cerebrais.
Segundo o coordenador da equipe multidisciplinar e da UTI do HGI, Charles Costa, a campanha busca ampliar o diálogo, esclarecer dúvidas e incentivar colaboradores e comunidade a conversar com seus familiares sobre a intenção de serem doadores. Ele afirmou ainda que uma única decisão pode beneficiar, em média, oito pessoas.
No caso de morte cerebral, o texto informa que a autorização para a doação cabe aos familiares de primeiro grau, como pai, mãe, filhos, irmãos ou cônjuges.