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Festival da Carne de Onça reúne 24 bares de Curitiba até 4 de outubro com prato a R$ 29

Evento promovido pelo Curitiba Honesta valoriza prato reconhecido como patrimônio cultural e com selo de Indicação Geográfica.

Equipe Corrivus
Publicado em 20/09/2026, às 21h07

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Resumo da matéria

O Festival da Carne de Onça, promovido pelo Curitiba Honesta, está em andamento até 4 de outubro em sua 10ª edição. Neste ano, 24 estabelecimentos participam com preço fixo de R$ 29. O evento incentiva o consumo do prato tradicional, que é Patrimônio Cultural Imaterial de Curitiba desde 2016 e foi reconhecido como Patrimônio Cultural do Paraná em 2025. A iguaria também possui selo de Indicação Geográfica (IG) de Curitiba, concedido pelo INPI. Segundo Sérgio Medeiros, diretor da Curitiba Honesta e presidente da Associação dos Amigos da Onça, o prato surgiu no bar Toca do Tatu, de Cristiano Schmidt, diretor do Britânia. Após vitórias do time, os jogadores comiam carne crua sobre broa com cebola e temperos; o goleiro Duia brincou que só serviam aquela carne que nem onça come, dando nome ao petisco.

Festival da Carne de Onça reúne 24 bares de Curitiba até 4 de outubro com prato a R$ 29

Festival da Carne de Onça chega à 10ª edição com 24 estabelecimentos participantes e pratos a R$ 29 em Curitiba. Crédito: Gean Cavalheiro

O Festival da Carne de Onça chega à 10ª edição neste ano, promovido pelo Curitiba Honesta. Até 4 de outubro, 24 estabelecimentos participantes oferecem o prato pelo preço fixo de R$ 29.

A carne de onça é servida em bares de Curitiba desde as décadas de 1930 e 1940. A receita tradicional leva uma fatia de broa de centeio coberta com carne bovina magra moída na hora e temperada com cebola branca, cebolinha, sal, pimenta-do-reino e azeite de oliva.

Segundo Sérgio Medeiros, diretor da Curitiba Honesta e presidente da Associação dos Amigos da Onça, a origem do prato está ligada ao bar Toca do Tatu, de Cristiano Schmidt, então diretor do time Britânia. Após as vitórias da equipe, os jogadores eram servidos com carne crua sobre broa, cebola e temperos.

Ainda de acordo com o relato, o goleiro Duia teria brincado que o bar servia uma carne “que nem onça come”. A expressão teria dado origem ao nome do petisco, que depois passou a ganhar espaço nos bares da cidade.

A carne de onça foi declarada Patrimônio Cultural Imaterial de Curitiba em 2016 e reconhecida como Patrimônio Cultural do Paraná em 2025. O prato também recebeu o selo de Indicação Geográfica (IG) de Curitiba, concedido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

Serviço

10º Festival da Carne de Onça
Até: 4 de outubro
Participantes: 24 estabelecimentos
Preço: R$ 29
Promoção: Curitiba Honesta

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