Cotidiano

Boto Cor de Rosa vence Festival dos Botos 2026 com 477,5 pontos

Boto Tucuxi ficou em segundo lugar, com 477 pontos, em disputa no Lago dos Botos, em Alter do Chão.

Equipe Corrivus
Publicado em 21/09/2026, às 21h42

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Resumo da matéria

O Boto Cor de Rosa conquistou o 13º título do Festival dos Botos ao somar 477,5 pontos na edição de 2026, realizada no Lago dos Botos, em Alter do Chão. O Boto Tucuxi obteve 477 pontos, uma diferença de 0,5 ponto. As apresentações ocorreram no sábado (19) e o resultado foi anunciado nesta segunda-feira (21), após apuração das notas. O presidente do Boto Cor de Rosa, Tiago Vasconcelos, destacou a dedicação do grupo durante todo o ano e a felicidade com o resultado. A secretária municipal de Cultura, Priscila Castro, ressaltou a importância dos dois botos para a cultura amazônica.

Boto Cor de Rosa vence Festival dos Botos 2026 com 477,5 pontos

Boto Cor de Rosa conquistou o 13º título do Festival dos Botos ao superar o Boto Tucuxi por 0,5 ponto em Alter do Chão. Crédito: Secom Santarém

O Boto Cor de Rosa conquistou o Festival dos Botos 2026, realizado no Lago dos Botos, em Alter do Chão. A agremiação chegou ao 13º título com 477,5 pontos, contra 477 do Boto Tucuxi, uma diferença de 0,5 ponto.

O resultado foi anunciado nesta segunda-feira (21), após a apuração das notas. No sábado (19), o Boto Cor de Rosa abriu a noite de apresentações com o tema “Tapajônica – A História Não Contada”.

O espetáculo abordou a oralidade dos povos do Tapajós e histórias transmitidas entre gerações pela memória e pela fala dos habitantes do território. A apresentação também reuniu referências aos ritmos, saberes, águas e matas associados ao modo de vida na região.

Segundo o presidente do Boto Cor de Rosa, Tiago Vasconcelos, o grupo vinha de uma sequência de derrotas antes de conquistar duas vitórias consecutivas. Ele também destacou o trabalho realizado pela agremiação ao longo do ano.

O Boto Tucuxi apresentou o tema “Iburari, Ocara Sagrada”, baseado em uma narrativa sobre a história e a identidade do povo Borari. Iburari é apresentada como uma denominação histórica associada ao território onde se consolidou o aldeamento que deu origem à atual Vila de Alter do Chão.

A Ocara Sagrada apareceu no espetáculo como espaço de convivência, celebração e transmissão de conhecimentos. A apresentação relacionou diferentes momentos da história Borari e a continuidade de saberes e tradições entre gerações.

A secretária municipal de Cultura, Priscila Castro, destacou a diferença de apenas 0,5 ponto entre as duas agremiações e a participação dos dois botos na valorização das tradições e da identidade amazônica.

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