Banco Mercantil orienta sobre proteção de dados antes de vender, trocar ou descartar celular
Banco Mercantil orienta consumidores a conferir os acessos no novo celular e excluir os dados do antigo antes de repassá-lo.
Resumo da matéria
O Banco Mercantil orienta consumidores sobre cuidados com aplicativos, senhas e dados pessoais antes de vender, trocar ou descartar o celular. Antes de entregar o aparelho antigo, o consumidor deve conferir o acesso às contas no novo. Após essa confirmação, deve seguir as instruções do fabricante para apagar o conteúdo do celular antigo e restaurar as configurações de fábrica. Chips físicos e cartões de memória devem ser retirados e conferidos separadamente.
Quem recebe um celular usado deve instalar aplicativos pelas lojas oficiais e configurar os próprios acessos. Familiares podem ajudar na configuração, mas senhas e códigos de confirmação devem permanecer sob controle do titular da conta. O consumidor que também muda de número precisa informar as instituições com as quais mantém relacionamento. Se o equipamento não for reutilizado, poderá ser encaminhado a um ponto de coleta de eletrônicos após a exclusão dos dados.
Marina Fernandes, gerente de Experiência do Cliente do Banco Mercantil, alerta que a troca de celular pode motivar contatos falsos com promessas de liberar o acesso à conta. Se alguém pedir um código recebido por mensagem ou orientar a instalação por link, o cliente deve interromper a conversa e procurar o banco diretamente.
Quem recebe um celular usado deve instalar aplicativos pelas lojas oficiais e configurar os próprios acessos. Crédito: Freepik
Antes de vender, trocar ou descartar um celular, o consumidor deve verificar o acesso às contas no novo aparelho e apagar as informações do antigo. O Banco Mercantil, instituição financeira especializada no público 50+, orienta sobre os cuidados com aplicativos, senhas e dados pessoais nesse processo, que exige atenção além da transferência de fotos e contatos.
O aparelho antigo pode manter informações pessoais e acessos a aplicativos bancários e contas de e-mail. Por isso, antes de entregá-lo a outra pessoa, o consumidor deve concluir a migração e conferir se os serviços funcionam no novo celular. Depois de confirmar o acesso, deve seguir as instruções do fabricante para apagar o conteúdo do aparelho antigo e restaurar as configurações de fábrica.
Chips físicos e cartões de memória devem ser retirados e conferidos separadamente. Se o equipamento não for reutilizado, pode ser encaminhado a um ponto de coleta de eletrônicos após a exclusão dos dados.
Também é necessário conferir se o e-mail e o telefone cadastrados para recuperação de acesso estão atualizados. O consumidor que também muda de número precisa informar as instituições com as quais mantém relacionamento.
Os cuidados se estendem a quem recebe um celular usado de um familiar, explica Marina Fernandes, gerente de Experiência do Cliente do Banco Mercantil. O antigo dono deve apagar suas informações antes de passar o aparelho adiante, enquanto quem o recebe deve instalar aplicativos pelas lojas oficiais e configurar os próprios acessos.
Familiares podem ajudar na configuração, mas senhas e códigos de confirmação devem permanecer sob controle do titular da conta. Marina orienta que o cliente acompanhe a configuração feita com ajuda de outra pessoa e saiba quais aplicativos foram instalados. Diante de um pedido inesperado de senha ou código, deve interromper o processo e procurar o banco pelos canais oficiais.
A mudança de dispositivo pode servir de pretexto para golpes. Mensagens que prometem liberar aplicativos, solicitam códigos de confirmação ou direcionam clientes a páginas desconhecidas exigem atenção. A orientação ao consumidor é evitar links recebidos de terceiros e buscar a instituição por um canal oficial já conhecido.
Segundo Marina, a troca de celular pode motivar contatos falsos que prometem liberar o acesso à conta. Se alguém pedir um código recebido por mensagem ou orientar a instalação por um link, o cliente deve interromper a conversa e procurar o banco diretamente.
A proteção do telefone integra os cuidados com a vida financeira em um cenário de grande volume de pagamentos digitais. Em 4 de setembro de 2026, o Pix superou 318,1 milhões de transações em um único dia, novo recorde divulgado pelo Banco Central. O volume evidencia a dimensão dos pagamentos digitais no país.