II Workshop Semana da Construção debate desafios em Campo Grande
Evento realizado pela Prefeitura de Campo Grande em parceria com Senai-MS, Sebrae-MS e Mútua-MS reuniu representantes do setor para debater qualificação profissional, planejamento e eficiência.
Resumo da matéria
Realizado pela Prefeitura de Campo Grande por meio da Semades, em parceria com Senai-MS, Sebrae-MS e Mútua-MS, o II Workshop Semana da Construção promoveu mesa redonda na noite de terça-feira (15) na Escola da Construção do Senai. O debate reuniu representantes do poder público, entidades e iniciativa privada, incluindo o engenheiro civil Aldo Dórea Mattos, o diretor regional do Senai-MS Rodolpho Mangialardo, o secretário executivo Esaú Rodrigues de Aguiar Neto, o superintendente logístico da Seilog Derick Machado e o ex-presidente do Secovi-MS Geraldo Barbosa de Paiva. Foram discutidos temas como qualificação profissional, planejamento, eficiência e custos. Dados do Caged analisados pelo Observatório do Mercado de Trabalho da Capital mostram saldo positivo de 1.467 empregos formais na construção em Campo Grande no primeiro semestre de 2026. Participantes destacaram a importância do diálogo entre os segmentos e a necessidade de atualização permanente dos profissionais.
Mesa redonda do II Workshop Semana da Construção reuniu representantes de diferentes segmentos do setor em Campo Grande. Crédito: Secom Campo Grande
A Prefeitura de Campo Grande, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Gestão Urbana e Desenvolvimento Econômico, Turístico e Sustentável (Semades), promoveu a mesa redonda do II Workshop Semana da Construção. O encontro ocorreu na noite desta terça-feira (15) e teve parceria do Senai-MS, do Sebrae-MS e da Mútua-MS.
O debate reuniu representantes do poder público, entidades, profissionais e iniciativa privada para discutir desafios e oportunidades do setor da construção civil. A mediação foi da conselheira do Crea-MS Isadora Nascimento.
Participaram da mesa o engenheiro civil especialista Aldo Dórea Mattos; o diretor regional do Senai-MS, Rodolpho Mangialardo; o secretário executivo de Qualificação Profissional e Trabalho do Governo do Estado, Esaú Rodrigues de Aguiar Neto; o superintendente logístico da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Seilog), Derick Machado; e o ex-presidente do Secovi-MS Geraldo Barbosa de Paiva.
Ao avaliar as discussões, Aldo Dórea Mattos destacou que as obras precisam partir de um planejamento consistente, que considera projeto, recursos, orçamento, disponibilidade de áreas e integração entre os envolvidos. Para o especialista, os problemas de prazos não estão concentrados em uma única etapa e a cadeia da construção precisa de mais eventos de diálogo.
Rodolpho Mangialardo afirmou que a segunda edição do Workshop fortalece a aproximação entre poder público, instituições de ensino e qualificação e setor privado. Ele informou que o evento ocorreu na Escola da Construção do Senai em Campo Grande e manifestou expectativa de que os conhecimentos discutidos possam ser aplicados por profissionais e empresas.
Esaú Rodrigues de Aguiar Neto considerou o encontro de extrema importância para Mato Grosso do Sul e ressaltou o efeito da construção civil sobre outros setores da economia. O secretário executivo destacou que o estado vive um momento de crescimento e atração de investimentos, com reflexos na geração de emprego e renda.
Derick Machado observou que eventos como esse são importantes para profissionais de engenharia e orçamentistas, pois trazem especificidade que o setor precisa. Ele também enfatizou a necessidade de atualização permanente dos profissionais.
Geraldo Barbosa de Paiva apontou a escassez de profissionais qualificados como um dos principais desafios do setor. O ex-presidente do Secovi-MS lembrou que a construção civil tem característica artesanal e depende da experiência dos trabalhadores para qualidade na execução. Para ele, a aproximação promovida pelo Workshop pode tornar os processos mais produtivos e quem ganha com isso é a sociedade.
Durante o debate, foram abordados temas como qualificação profissional, mão de obra, planejamento, eficiência e custos. O crescimento econômico de Mato Grosso do Sul e a chegada de novos investimentos foram apontados como fatores que ampliam a demanda por profissionais qualificados.
No primeiro semestre de 2026, Campo Grande registrou saldo positivo de 1.467 empregos formais na construção, segundo dados do Caged analisados pelo Observatório do Mercado de Trabalho da Capital.