Setembro Amarelo reforça busca por ajuda no CAPS AD de Caxias
Programação especial destaca valorização da vida e acolhimento a pessoas em recuperação.
Resumo da matéria
A campanha Setembro Amarelo teve início em Caxias com programação especial no Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS AD), localizado no bairro Salobro. Durante a abertura, os participantes tiveram um momento de espiritualidade, com espaço para reflexão, esperança e fortalecimento interior. Diana Farias, coordenadora do CAPS AD, explicou que a unidade trabalha a saúde mental durante todo o ano e intensifica as ações em setembro para que os usuários procurem mais ajuda e compreendam que a luta é diária. O assistido Francisco Wellington, que estava com 11 anos de sobriedade e teve uma pequena recaída no fim de semana, recomendou que as pessoas não tenham vergonha de pedir ajuda.
Ações do Setembro Amarelo no CAPS AD reforçam acolhimento, valorização da vida e importância de buscar apoio. Crédito: Secom Caxias MA
A campanha Setembro Amarelo, de valorização da vida, teve início em Caxias com uma programação especial no Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS AD), localizado no bairro Salobro. A abertura das atividades foi marcada por um momento de espiritualidade, proporcionando espaço de reflexão, esperança e fortalecimento interior.
Diana Farias, coordenadora do CAPS AD, explicou que o serviço trabalha saúde mental durante todo o ano e que, em setembro, intensifica as ações para que os usuários procurem mais ajuda e entendam que todo dia é uma luta. A programação destacou que cada pessoa enfrenta desafios diferentes em sua trajetória de recuperação e reforçou a importância do compromisso de cada participante com o próprio processo.
O CAPS AD faz parte da Rede de Atenção Psicossocial e oferece acolhimento e acompanhamento às pessoas que enfrentam problemas relacionados ao uso de álcool e outras drogas. A proposta é fortalecer vínculos, estimular a autonomia e contribuir para que cada usuário possa construir novos caminhos para sua vida. Durante as atividades, também foi destacada a importância de valorizar a vida e que ninguém precisa enfrentar seus problemas sozinho: a rede de saúde está disponível para acolher e orientar quem precisa.
Francisco Wellington, assistido, relatou que já vem buscando apoio e estava com 11 anos de sobriedade, mas teve uma pequena recaída no final de semana. Ele acredita que sai do momento com um grande aprendizado, uma vida nova, reconhecendo onde errou e acertando. Para pessoas com dependência que têm vergonha de pedir ajuda, ele recomenda que não tenham vergonha, pois a vergonha faz a pessoa piorar mais. O relato reforça o acolhimento, a reflexão e o incentivo ao cuidado com a saúde emocional presentes na programação.