Saúde

Alagoas aprova lei que garante prioridade em consultas e exames para pacientes com câncer

Proposta do deputado Fernando Pereira obriga planos e serviços de saúde públicos e privados a adotar medidas de prioridade no agendamento; texto segue para sanção do Executivo

Equipe Corrivus
Publicado em 24/06/2026, às 15h38

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Resumo da matéria

O projeto de lei ordinária nº 1336/2025, de autoria do deputado Fernando Pereira (Progressistas), foi aprovado em 2º turno na sessão ordinária da quinta-feira, dia 18, na Assembleia Legislativa de Alagoas. A proposta obriga planos e seguros privados de saúde e estabelecimentos públicos e privados a adotar medidas que assegurem prioridade no agendamento de consultas, exames e tratamentos para pessoas com suspeita ou diagnóstico de câncer. O texto segue agora para sanção do Poder Executivo.

Alagoas aprova lei que garante prioridade em consultas e exames para pacientes com câncer

Deputado Fernando Pereira (Progressistas) Crédito: ALEAL

A Assembleia Legislativa de Alagoas aprovou, na sessão ordinária da quinta-feira, dia 18, o projeto de lei ordinária nº 1336/2025, que garante prioridade no agendamento de consultas, exames e tratamentos a pacientes com suspeita ou diagnóstico de câncer. A proposta, de autoria do deputado Fernando Pereira (Progressistas), foi aprovada em 2º turno e agora segue para sanção do Poder Executivo.

O texto estabelece que planos e seguros privados de assistência à saúde, bem como estabelecimentos prestadores de serviços de saúde públicos ou privados, deverão adotar medidas que assegurem essa prioridade. O trecho do projeto é direto: 'Planos ou seguros privados de assistência à saúde e os demais estabelecimentos prestadores de serviços de saúde públicos ou privados deverão adotar medidas que assegurem a prioridade.'

O deputado Fernando Pereira justificou a proposta pelo risco que longas esperas representam para esse grupo de pacientes: segundo ele, demoras no atendimento podem agravar o quadro clínico e resultar em tratamentos mais custosos e prolongados. O parlamentar também argumentou que a otimização dos fluxos de atendimento e a garantia de prioridade resultarão em economia de recursos e, principalmente, na preservação de vidas.

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